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Quarta-feira, 02 de Setembro de 2026
Castilho lança campanha de encoleiramento contra Leishmaniose e atingirá toda área urbana

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Castilho lança campanha de encoleiramento contra Leishmaniose e atingirá toda área urbana

Nos últimos dois anos, Castilho registrou 8 casos de leishmaniose em humanos, com dois óbitos

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Com casos alarmantes nos últimos dois anos, Castilho lançou oficialmente na manhã desta sexta-feira, 15, o “Programa Municipal de Encoleiramento de Cães”, visando combater a leishmaniose.

O programa foi apresentado pelo prefeito Paulo Boaventura, acompanhado pelo presidente da Câmara de Vereadores, João Paulo Araújo, e pelo secretário municipal de Saúde, Demilson Cordeiro.

Junto a eles, também estavam os pesquisadores científicos do Instituto Adolfo Lutz: dra. Helena Hilomi Taniguchi e o médico veterinário dr. José Eduardo de Raeffray Barbosa.

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A dra. Vera Camargo, da Coordenadoria Estadual de Controle de Doenças, também participou do lançamento da campanha de forma remota.

De acordo com o prefeito Paulo Boaventura, o Governo Municipal tem sido sensível a essa causa e tem dado todo respaldo para a equipe de saúde municipal atuar constantemente em ações preventivas.

O secretário de Saúde, Demilson Cordeiro, destacou que a população canina de Castilho é estimada em cerca de 4 mil cães com, pelo menos, metade deles possivelmente infectada com a doença.

Nos últimos dois anos, a cidade registrou 8 casos de leishmaniose em humanos, com dois óbitos.

“A vinda dessas coleiras será imprescindível para conter a transmissão para outros cães e até mesmo para humanos. As coleiras serão distribuídas gratuitamente e colocadas casa a casa na área urbana por uma equipe de vetores”, disse Demilson.

O secretário acredita que, em dois meses, todos os cães da cidade estarão encoleirados. O objetivo principal do programa é reduzir a transmissão da leishmaniose entre cães e humanos, protegendo a saúde pública e animal no município.

Com essa iniciativa, o município de Castilho busca proteger a saúde da população e dos animais, reforçando a importância da prevenção e controle da leishmaniose.

A coordenadora de Vigilância em Saúde de Castilho, Maria Edilene, explicou que as coleiras não devem ser retiradas, exceto em casos de alergia nos animais. O programa terá duração de dois anos, com troca das coleiras a cada seis meses.

FONTE/CRÉDITOS: AsCom/Governo de Castilho)
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Albecyr Pedro, jornalista formado pelas Faculdades Integradas do Mato Grosso do Sul-MS. Atuante na comunicação regional, destaca-se pela sua versatilidade e compromisso com a informação de qualidade.

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